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Danielle Mugarte



Divulgação/PMMS

A terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Tiro Esportivo acontece no fim de semana. Assim como as duas primeiras, os atletas farão as provas on-line.

Cada federação realiza as atividades na sua região, de forma assistida, e os árbitros locais enviam os resultados para a CBTE (Confederação Brasileira de Tiro Esportivo).

Em Mato Grosso do Sul, as dezenas de para-atletas se reúnem em Campo Grande e em Chapadão do Sul – a 300 km da Capital. No interior, nos dias 13 e 14, ficam concentrados os atletas de Trap Americano.

Já na Cidade Morena, competem os praticantes de Fossa Olímpica e de CAR/PST/RF (Carabina/Pistola/Rifle), apenas no dia 14. Esta última é reservada aos para-atletas.

Um dos representantes do Estado é o para-atleta Benedito Santana, participante de um projeto social de tiro esportivo da PM (Polícia Militar). “Me sinto preparado, agora é esperar chegar o dia e torcer para que eu esteja bem. Eu não tenho aquela exigência de não poder ficar em segundo ou terceiro. Além de tudo, o esporte tem de me fazer sentir prazer em praticar”, diz.

Santana integrou a seleção brasileira por cerca de seis anos. Com isso, acumulou em sua bagagem a participação em oito Copas do Mundo da modalidade, além de diversos Mundiais e Sul-Americanos. Ele conta que em 2012 bateu um recorde com a carabina de ar comprimido, durante a Copa de Mundo na Turquia. Em 2013, participou da conquista de uma medalha para o Brasil.

Para ele, as pessoas deveriam conhecer melhor os benefícios do esporte. “Isso não tem nada a ver com violência, a modalidade infelizmente foi estigmatizada pelas pessoas. A única coisa que tenho a lamentar é não ter conhecido antes. Minha condição de saúde melhorou e pude viajar o mundo inteiro. Hoje conheço os quatro cantos do mundo”, relata.

Mas o atleta também admite que é um esporte caro, pois necessita de investimento para a compra de armas e munições, que quanto melhores mais caras.

Conheça melhor as modalidades presentes na etapa do Brasileiro

No Trap Americano, o atirador se divide em cinco posições e efetua cinco disparos em cada, a fim de atingir os pratos lançados para o alto. Na Fossa Olímpica, o atirador também se divide em cinco posições e, em cada uma, três máquinas lançadoras disparam os pratos quase de maneira simultânea.

Com a pistola, os tiros só podem ser disparados com uma mão, por ser uma arma de cano curto. Dentro da categoria há as subcategorias alvo móvel, pistola livre, pistola de ar e tiro rápido. Com a carabina e o rifle é permitido o uso das duas mãos e o atirador deve acertar o alvo desenhado em círculos.

Fonte: http://www.oestadoonline.com.br/noticia/33839/ms_marca_presenaa_em_tiro_esportivo_online

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